Apesar das desigualdades, renda dos brasileiros cresce

Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do IBGE aponta que a população brasileira ampliou o seu à bens tecnológicos, como acesso internet e telefonia móvel e fixa

O rendimento da população brasileira cresceu e possibilitou o acesso a uma maior quantidade de bens, sobretudo à internet e à telefonia fixa e móvel. As melhorias, porém, conseguiram reduzir, mas não eliminar as disparidades de consumo e de infraestrutura existentes entre as regiões brasileiras.

As conclusões são resultados da grande Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) divulgada nesta sexta-feira, 18, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados, referentes ao ano de 2008, traçam um panorama da realidade da população, da migração, educação, trabalho, família, domicílios e rendimento da população nacional.

Com uma população de 189.952 milhões de pessoas em 2008, o Brasil conseguiu melhorar em alguns quesitos econômicos.  O rendimento dos trabalhadores foi 1,7% maior em 2008 do que no ano anterior. O ligeiro aumento da renda da população impulsionou o acesso a bens de consumo e ampliou a participação de itens de tecnologia nos lares do País.

Entre os anos de 2007 e 2008, 4,4 milhões de domicílios nacionais passaram a ter telefones (sejam linhas móveis ou fixas). A presença de computador com internet nas casas também cresceu, atingindo a marca de 23,8% dos lares nacionais. No ano de 2007, essa taxa era de 20%.

Segundo o IBGE, 82,1% (cerca de 47,2 milhões) dos domicílios nacionais possuem algum aparelho telefônico. Esse número é 5,3% maior do que a quantidade de aparelhos de telefone existentes no Brasil em 2007. O estudo do Pnad também mapeou que 21,7 milhões de lares brasileiros possuem somente aparelhos de telefone móvel (celular), o que representa 37,6% do total de residências do País. Esse número é 5,9% do que o registrado na pesquisa anterior realizada pelo IBGE.

Veja, abaixo, a porcentagem de domicílios com telefone e com acesso à internet, de acordo com cada região brasileira:

Domicílios com aparelhos de telefone (fixo ou celular):
Norte – 72,4 %
Nordeste – 66,8 %
Sudeste – 88,9 %
Sul – 89,8 %
Centro-Oeste – 87,9 %
Total: 82,1 %

Domicílios com microcomputador (com acesso á internet):
Norte – 17,4 %
Nordeste – 15,7 %
Sudeste – 40 %
Sul – 38,5 %
Centro-Oeste – 30,9 %
Total: 31,2%

Fonte: M&M

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