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Internet supera jornal e se torna segunda mídia em 2012, diz IAB

Entidade estima 13,7% de participação da web no bolo publicitário brasileiro, ficando atrás apenas do meio TV

O investimento em publicidade online deve crescer 39,1% (considerando display+search) neste ano, o que representa R$ 4.646 bi em compra de mídia. Já o share de mercado deve alcançar 13,7%, tornando-se o segundo meio com maior participação no bolo publicitário, ultrapassando os jornais e ficando atrás apenas de TV. As projeções são do Interactive Advertising Bureau (IAB Brasil), órgão representativo do segmento digital interativo brasileiro.

Segundo Fabio Coelho, presidente da entidade, o mercado de internet cresce quatro vezes mais que todo o bolo publicitário brasileiro. “Estamos em uma fase de expansão que supera os demais meios. Em 2011, as cem maiores empresas no Brasil investiram 13,7% de seus orçamentos em mídia digital e isso deve aumentar ainda mais este ano com nossa expectativa de quase 40%”, afirma.

Em coletiva de imprensa realizada nesta quarta-feira, 24, em São Paulo, também foram apresentadas algumas iniciativas da entidade, como associação aos órgãos regulatórios CENP (Conselho Executivo das Normas-Padrão), Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) e ForCom (Fórum Permanente da Indústria da Comunicação), 2ª edição da competição universitária AdGame Digital, parceria com o UTALK para treinamentos e capacitação profissional e realização do evento IAB MiXX Brasil.

Fonte: Proxxima


Os 10 fatos do ano no mercado de mídia

Da disputa pelos direitos do brasileirão à aprovação da lei que abre caminho para as teles na TV por assinatura, relembre os grandes acontecimento de 2011

O ano de 2011 ficará marcado por vários fatos como, por exemplo, a morte do gênio da Apple Steve Jobs, a onda de mobilizações populares que varreu a África e o Oriente Médio derrubando ditadores e o casamento real na Inglaterra. Para o mercado de mídia brasileiro o ano também foi marcante por uma série de eventos, como a acirrada disputa pelos direitos de transmissão do brasileirão e a aprovação da Lei 12.845 que abre a TV paga para as teles e da lei que permite a volta do mobiliário urbano na cidade de São Paulo. Confira a seguir a lista dos 10 fatos destacados por Meio & Mensagem na área de mídia neste ano.

1 Reestruturação no dial
Para competir com as grandes rádios de notícias em iguais condições, em 2011 o Grupo Estado investiu em algumas mudanças no dial brasileiro: aproveitando a parceria que tinha com a ESPN desde 2002, lançou no começo do ano a Rádio Estadão ESPN. Com a proposta de realizar uma cobertura jornalística e esportiva 24 horas por dia, a emissora apareceu com alguns diferenciais, como dar espaço para esportes além do futebol ­— tendo transmitido eventos como as partidas finais da Continuar lendo


Folha Top of Mind apresenta marcas mais lembradas pelos brasileiros

Evento será realizado na próxima terça-feira (25), em São Paulo

O Prêmio Folha Top of Mind 2011, realizado pelo Instituto de Pesquisa Datafolha para o jornal Folha de S.Paulo, apresenta, na próxima terça-feira (25), durante evento promovido no HSBC Brasil, em São Paulo, as marcas mais lembradas pelo consumidor brasileiro.

A premiação, criada em 1991, é resultado de um levantamento anual feito por amostragem com o conjunto da população adulta de 162 municípios. No total, foram realizadas 5.209 entrevistas, divididas em amostras com homens e mulheres, com idade igual ou superior a 16 anos e de diferentes regiões, níveis sociais e escolaridades.

Atualmente, são pesquisadas 40 categorias de produtos e serviços: Adoçante; Aparelho de Telefone Celular; Aparelho de Barbear; Aparelho de TV; Aspirador de Pó; Agência de viagem; Pasta de Dente; Banco; Pilha; Biscoito; Plano de saúde; Carro; Pneu; Cartão de crédito; Poupança; Cerveja; Protetor Solar; Chocolate; Refrigerante; Combustível; Sabão em pó; Desodorante; Sabonete; Fogão; Seguro; Fralda Descartável; Shampoo; Geladeira; Sorvete; Lavadora de Roupa; Supermercado; Leite; Tinta de cabelo; Loja de Móveis e Eletrodomésticos; Tinta de Parede; Maionese; Margarina; Notebook; Operadoras de Celular; e Operadoras de Internet Banda Larga. Três delas estreiam nesta edição: Agência de Viagem, Operadora de Banda de Larga de Internet e Tintura de Cabelo.

O levantamento também conta com cinco categorias especiais: Top do Top (marca mais lembrada pelo consumidor, independentemente da categoria), Top Preservação do Meio Ambiente (marca mais lembrada por sua atuação na preservação do meio ambiente), Top Performance (marca que mais se destacou em relação ao último ano), Top Feminino (marca mais lembrada pelas mulheres) e Top Masculino (marca mais lembrada pelos homens). A pergunta inicial feita pelos pesquisadores é “Qual a primeira marca que lhe vem à cabeça?”, seguida de questões voltadas a cada categoria, como “Qual a primeira marca que lhe vem à cabeça quando se fala em cerveja?” e “E quais outras marcas de cerveja você se lembra?”.

A pesquisa permite o cruzamento de todos os dados e variáveis do levantamento. “Por meio de nosso software é possível, por exemplo, identificar os bancos mais citados entre as mulheres do Sul que mencionam determinada marca de cartão de crédito ou as marcas mais lembradas de refrigerante e cerveja entre os homens do Nordeste que frequentam supermercados duas vezes no mês”, explica Mauro Paulino, diretor geral do Datafolha.

Fonte: Propmark


Record apresenta oitava edição de O Aprendiz

Reality show terá o empreendedorismo como principal foco

Novos conselheiros, participantes mais velhos e outro foco: isso é o que promete a oitava temporada de O Aprendiz, reality show da Record que estreia no próximo dia 1º de novembro. Com apresentação de João Doria Júnior pelo segundo ano consecutivo, a temporada deste ano tem o foco no empreendedorismo, resultando num formato pioneiro na série desenvolvida pela Fremantle Media e distribuída em vários países. “O Brasil é o País mais empreendedor do mundo. Desta maneira, ao lado do entretenimento, o programa será uma verdadeira escola”, explica o apresentador.

Com candidatos mais velhos (a idade média dos participantes é de 32 anos), o programa promete novidades: “Os jovens tendem mais a consentir, calar e aceitar. Os participantes mais velhos acabam reagindo mais, e essas reações são interessantes para o programa”, afirma Doria. O apresentador será auxiliado por dois novos conselheiros, Carla Pernambuco e Claudio Forner – sendo que o último retorna ao programa após ter aconselhado o antigo apresentador, Roberto Justus, na quinta e na sexta edição.

E segundo o apresentador, a oitava temporada já promete muito antes mesmo de estrear: “Sem desmerecer as outras, tenho certeza que esta será a melhor temporada de todos os tempos, e garantirá uma vida prolongada para O Aprendiz”, afirma. Prova disto foi o número de inscrições para esta edição, que bateu um recorde em relação às outras temporadas com 153 mil inscritos.

Do ponto de vista comercial, o programa também já se mostra um sucesso, apresentando um crescimento de 20% em relação aos R$ 120 milhões de reais faturados no último ano. Com mais três cotas disponíveis para o Continuar lendo


Aumenta taxa para comerciais estrangeiros

Governo impõe alta de mais de 100% na Condecine para proteger as produtoras nacionais do aumento na importação de filmes publicitários

Medida Provisória publicada no Diário Oficial da União no último dia do mês passado alterou significativamente os valores da Condecine (Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional). Toda obra publicitária paga esta taxa à Ancine (Agência Nacional de Cinema), mas os valores para comerciais produzidos no Brasil e para os importados, mesmo que adaptados, são bem diferentes.

A nova resolução do governo brasileiro altera sobretudo as regras para a veiculação no País de filmes publicitários produzidos no exterior. Até então, os comerciais eram divididos em quatro níveis, com valores de taxas crescentes: “obras publicitárias brasileiras”, “obras publicitárias brasileiras filmada no exterior” e “obras publicitárias Continuar lendo


Os sete pontos da TV social

As formas mais inovadoras da arte (e da ciência) de acompanhar o que se diz sobre a TV

Por Simon Dumenco, do Advertising Age

1. A TV domina o social 
Há mais de dois anos, a AdAge.com mantém uma parceria editorial com a Trendrr, uma empresa especializada em acompanhamento de mídias sociais, com o objetivo de desenvolver gráficos semanais da variação do número de tweets a respeito de memes de internet predominantes na troca de mensagens no Twitter­. À medida que o mercado da TV social se expande, a Ad Age também fez mais parcerias editoriais com novos players que ganham destaque, entre os quais a Bluefin Labs, além do serviço GetGlue.

2. A TV social é, no fundo, muito antiquada
A TV social significa assistir à televisão em grupo, como nos anos 50, com a família e os amigos reunidos para ver I Love Lucy. Só que agora a sala de Continuar lendo


“Velha mídia” é preferência dos ricos

Pesquisa da Ipsos aponta que, por mais acesso que tenham às novas tecnologias, as classes altas norte-americanas ainda preferem a TV, os jornais e as revistas

(*) Já não é novidade encontrar textos e opiniões de especialistas que profetizem a morte da mídia impressa. Por mais que espetaculares dados de audiência do Facebook, do Twitter e dos aplicativos disponíveis para tablets não permitam negar o forte impacto dos novos meios na comunicação, as chamadas mídias continuam sendo o núcleo central e primordial o hábito de consumo de mídia da maior parte dos consumidores.

Essa conclusão foi extraída de uma abrangente pesquisa realizada pelo Ipsos ao longo da primeira metade de 2011no mercado dos Estados Unidos. Entre os meses de março e maio, o instituto de pesquisas realizou mais de mil entrevistas online com pessoas pertencentes à classe alta norte-americana (famílias com, no mínimo, US$ 100 mil de renda anual). E o principal dado obtido da análise mostra que os veículos tradicionais ainda são a preferência.

Desse universo de entrevistados, 93% afirmou ler (e preferir) as versões impressas de revistas, enquanto menos de um terço dos entrevistados admitiu acompanhar as publicações pela tela do computador. Sobre os jornais, a preferência pelo papel também é Continuar lendo


TV paga cresce 13,7% no primeiro semestre

Nos seis primeiros meses de 2011, 13 milhões de lares brasileiros passaram a contar com o serviço de canais pagos

Nos seis primeiros meses de 2009, 1,3 milhões de lares brasileiros passaram a contar com as opções dos canais por assinatura. De acordo com o ranking semestral divulgado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o Brasil chegou, ao final do mês de junho, a um total de 11,1 milhões de lares com TV por assinatura, o que configura um crescimento de 13,7% em comparação com o primeiro semestre de 2010.

Somente em junho deste ano, a Anatel contabilizou 235,6 novas adesões aos serviços de TV por assinatura – número 2,16% superior em relação aos assinantes do mês de maio. Considerando os critérios populacionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os canais pagos já são atingidos por mais de 36 milhões de brasileiros.

O relatório da Anatel também comprova o momento de expansão dos serviços de fornecimento de canais via satélite. Ao final do mês de junho, o satélite representava 50,6% de toda a base de assinantes de TV paga, enquanto o cabo ficava com uma fatia de 46,9% doas assinantes. Historicamente, o serviço a cabo sempre foi predominante, sendo ultrapasso pelo satélite há dois meses.

Fonte: M&M


Saem os usuários, entram os fãs

Painel sobre Transmídia do Fórum Brasil TV ressalta a importância de cativar a audiência pelo envolvimento emocional

Sabe aquele espectador que ficava sentado na poltrona assistindo a programação que a emissora de TV havia preparado naquele horário? Ou aquele internauta que limitava a navegar em alguns sites, lia o conteúdo publicado e desligava o computador para fazer outras atividades? Para profissionais da área de mídia e dos veículos de comunicação, esse tipo de audiência já é coisa do passado.

Com vontade – e disposição – para falar e interagir com o conteúdo e, mais ainda, com um leque quase infinito de escolha e de telas que disputam a sua audiência, os espectadores vão dar preferência aquilo que, de alguma maneira, tiver o poder de envolvê-lo por um período maior do que alguns minutos de lazer.

Para debater esse tema, o painel O Business do Transmídia, realizado durante a 12ª edição do Fórum Brasil TV – evento que acontece nesses dias 15 e 16 de junho, em São Paulo – trouxe o diretor Nuno Bernardo, da produtora BeActive (responsável pela assinatura do case Castigo Final) e os profissionais Giuliano Chiaradia ( TV Globo), Lydia Antonini (Digital Media), Triona Campbell (CR Entertainment) e Jason Taylor (Bad Hat Harry).

Ao comentar o case Castigo Final (que combinou uma websérie de suspense com ações em redes sociais, na internet, em jornais e em demais canais interativos), Bernardo destacou a importância da Continuar lendo


Record News terá ações no break online

Jornal, que é exibido simultaneamente na TV e na internet, já conta com o patrocínio da Kia e Itaipava

Lançado no início desta semana com o objetivo de ser o primeiro jornal transmídia da TV aberta nacional, o jornal Record News, apresentado por Heródoto Barbeiro e Thalita Oliveira, já apresenta novas modalidades de ações publicitárias às marcas.

Como é exibido simultaneamente na TV e na internet (na página da Record News no portal R7) – sendo que na web ele começa 15 minutos antes e termina 15 minutos depois do que na TV, o telejornal permite à Record planejar outros tipos de ações de merchandising e de inserção de marcas no programa.

“Como o jornal permite uma interatividade total com o público, acreditamos que também podemos Continuar lendo


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