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Gastos com educação devem movimentar R$ 45 bi, diz pesquisa
Corinthians prepara estudo de marca
Trabalho, que será realizado pela Euro RSCG, pretende criar diretrizes para as novas ações que poderão ser realizadas pelo clube
O Corinthians prepara uma ação ainda inédita no futebol brasileiro. O departamento de marketing do clube contratou a Euro RSCG para realizar um estudo da marca do clube. Segundo José Melchert, diretor geral do braço de branding e design da agência, o trabalho pretende criar uma diretriz para as novas ações que poderão ser realizadas pela agremiação. “Pretendemos levar a marca Corinthians para outro patamar, semelhante às equipes norte-americanas de outras modalidades. Com isso, poderemos aproximar novos anunciantes para o clube e queremos definir o que é a essência do Corinthians: se é uma potência do futebol, olímpica, de entretenimento ou até uma junção disso tudo”, explica o executivo.
Dividido em três etapas, a primeira terá uma pesquisa da história do clube e uma sequência de 20 entrevistas com diretores, torcedores e até “anti-corinthianos”, consideradas peças-chave na organização. A segunda será um aprofundamento do estudo, que mostrará a alma da marca e definirá atributos e diferenciais. O terceiro, por fim, decidirá as diretrizes para a atuação do departamento. “Será um aprendizado. Com marcas normais este estudo é mais simples, pois só há questões mercadológicas. No futebol é bem mais complicado: mexemos com a paixão dos torcedores e a política interna do clube, por exemplo”, explica. O trabalho será realizado nos próximos três meses e deverá estar pronto até o final do mês de junho.
Fonte: M&M
Internauta jovem não está nem aí para a invasão de privacidade
Estudo revela que internautas cada vez menos acessam os sites oficiais das marcas em todo o mundo
Um dos destaques do segundo e último dia, 17, do Festival of Media de Montreux foi a apresentação em primeira mão de pesquisa mundial da UM, empresa especializada em estudos do mundo digital, a Wave 6.
A UM iniciou os estudos Wave há seis anos, quando a internet e o mundo digital eram completamente diferentes de hoje e pode, por isso mesmo, acompanhar ano a ano a evolução (ou revolução) desse mercado.
Inúmeros achados importantes aparecem na mais nova onda do estudo, que pode ser baixado no endereço www.wave6.co.uk. Vale a pena dar uma olhada.
Entre eles está o fato de que os internautas cada vez menos acessam os sites oficiais das marcas em todo o mundo. O que deve ter impacto importante na forma como essas marcas vão alterar sua estratégia de presença digital. Muitas grandes companhias investiram pesado na construção de portais com grande grau de complexidade, que correm agora o risco de ficar às moscas. Problema.
O impacto das mídias sociais nos hábitos de uso da internet é captado em Continuar lendo
Webdesign: Camping Chapéu de Sol

Chegou o novo site do Camping Chapéu de Sol! Para que seja visualizado em tempo real, basta acessar:www.campingchapeudesol.com.br
O novo site foi totalmente redesenhado com o objetivo de traduzir de forma mais clara o espírito do camping. Além disso, buscamos desenvolver um trabalho onde o usuário tenha facilidade na navegação. Houve toda uma padronização das informações, o que tráz harmonia e conforto para quem o acessa.
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Além da parte estética, o site também ganhou novas perspectivas em termos de mecanismos, ou seja, hoje, através de um painel simples, podemos administrar o site de forma rápida e segura, além de ter dados como, números de acessos, quantidade de visualizações, botões que foram clicados, de onde os usuários encontraram o site, e muito mais! A ideia desta nova ferramenta é ajudar na busca por novos insights, e assim conseguir traçar de forma mais clara, quem é o usuário do Camping Chapéu de Sol.
A !SSOaí Design, também auxiliou oCamping Chapéu de Sol em uma transição, o site antigo enfrentava problemas de queda sequenciais por conta do número de informações transitadas pelo site. Com uma equipe tecnica, o problema foi solucionado, e hoje, o site se mantém 100% online, sem qualquer tipo de queda.
Venha visitar o novo site do Camping Chapéu de Sol, mais um projeto que a !SSOaí entrega com muita satisfação!
Número de funções em agências subiu de 57 para 200 nos últimos 30 anos
Constatação faz parte de estudo do Sindicato dos Publicitários de SP que será apresentado semana que vem
Brasil, 1982. Naquele ano, o Partido dos Trabalhadores ganhou registro definitivo no Tribunal Superior Eleitoral, João Baptista Figueiredo visitou Ronald Reagan nos Estados Unidos e a Usina Hidrelétrica de Itaipu foi inaugurada. Na publicidade, a Standard Ogilvy & Mather conquistou o GP de Agência do Ano do Colunistas Brasil. Campanhas da Rhodia, Telesp, US Top e do bebê Johnson & Johnson faziam o maior sucesso na mídia. Naquele 82, ou seja, há exatos 30 anos, o número de funções de trabalho nas agências de publicidade de São Paulo, de porteiro a diretor de criação e/ou presidente, era de 57 cargos. O número fazia parte de um acordo entre o sindicato dos publicitários e o Sindicato das Agências de Propaganda. Hoje, esse número de funções já ultrapassa 200. A constatação é um dos resultados de um estudo feito pelo Sindicato dos Publicitários, que será divulgado na próxima semana, em São Paulo. Segundo informações de fontes ligadas ao sindicato, a área de informática foi a grande responsável pelo aumento do número de funções. O estudo destaca também o desaparecimento ou número significativamente menor de funções como “ilustrador” e “revisor”.
O estudo também vai apresentar ranking das agências que pagam os “melhores” e “piores” salários bem como as que empregam “mais” e “menos”. O projeto ”Cargos e Salários na Propaganda” está sendo considerado a “mais completa radiografia” sobre o mercado de trabalho dos publicitários já feita no país. Ele será apresentado no dia 13 de março pelo presidente do sindicado, Benedito Antonio Marcello, e o diretor financeiro e coordenador do estudo, Dalton Silvano do Amaral. Eles também vão apresentar proposta de nova codificação de cargos e salários.
Mercados emergentes devem impulsionar crescimento da economia mundial
Estudo da Insights indica geração anual de US$ 1,2 trilhão nos próximos cinco anos
Os consumidores de mercados emergentes devem impulsionar o crescimento da economia mundial durante os próximos cinco anos. É o que indica o novo relatório Insights, da MasterCard Worldwide, intitulado “Previsão de gastos do consumidor e a criação de valor na nova economia global”.
Entre 2012 e 2016, os mercados emergentes devem gerar para a economia mundial uma média anual de US$1,2 trilhão em consumo, ao passo que os mercados desenvolvidos devem acrescentar cerca de US$ 700 bilhões. Os mercados em transição – as maiores economias do Leste Europeu – devem somar outros US$ 95 bilhões.
Entre 2008 e 2016, a participação dos mercados desenvolvidos no consumo familiar deverá cair de 77,4%, registrado em 2008, para 58,3%, em 2016. Já em mercados emergentes, essa participação deverá saltar de 19,5%, em 2008, para 38,7% em 2016. Para os mercados em transição, não há previsão de mudança.
Durante os próximos cinco anos, a participação dos mercados desenvolvidos e emergentes no crescimento do consumo de supérfluos será praticamente igual (49% versus 47,8%). Entre 2000 e 2008, os mercados desenvolvidos chegaram a responder por 88,2% do crescimento mundial do consumo de supérfluos, enquanto os mercados emergentes representaram apenas 9,2%, seguidos pelos mercados em transição, com 2,6%.
“Os mercados emergentes estão prestes a assumir a liderança nos próximos anos. O consumidor destes mercados deve ditar as regras em relação às inovações tecnológicas. Com isso, eles irão orientar a criação de valor”, explica Hedrick-Wong, assessor econômico mundial da MasterCard Worldwide. “Quando a dinâmica de demanda muda nos mercados de consumo, as repercussões são profundas para as empresas globais. Isso acontece porque o consumo é a base para a criação de valor em uma economia de mercado”, acrescenta.
O número de “consumidores ativos”, definidos como pessoas entre 16 e 65 anos, deve continuar crescendo nos próximos anos em mercados emergentes, mas deve se manter estável em mercados desenvolvidos.
Para acessar o relatório completo, acesse o site da MasterCard Worldwide.
Estudo da IBM aponta o novo perfil dos CMOs
Aumento da complexidade do ambiente de negócios e a necessidade de maiores competências tecnológicas e financeiras nortearão a evolução dos profissionais de marketing e comunicação
Quatro em cada cinco executivos-chefes de marketing esperam um aumento da complexidade para os desafios que enfrentam em suas posições nos próximos cinco anos. Mas menos da metade deles se diz preparado para exercer as funções neste novo panorama, no qual serão valorizados conhecimentos tecnológicos e financeiros, que facilitem a construção de relacionamentos focados nos clientes como indivíduos e sejam ferramentas para a compreensão e cumprimento de metas de retorno sobre os investimentos em marketing.
Tal cenário do mercado de trabalho para quem lidera equipes de marketing é fruto do primeiro estudo global da IBM com executivos-chefes da área em suas empresas. Por meio do Institute for Business Value, entre fevereiro e junho de 2011, a IBM entrevistou 1.734 CMOs, representantes de 19 indústrias e 64 países – 44% dos participantes atuavam em mercados emergentes. Cada um expôs suas opiniões por pelo menos uma hora e 48 deles trabalham em corporações presentes na lista das 100 marcas mais valiosas do mundo.
A pesquisa faz parte da série de estudos denominada C-Level, para a qual a IBM, nos últimos sete anos, já ouviu mais de 15 mil executivos-chefes de diferentes áreas – como CEOs, CFOs e CIOs, entre outros. Faça o download da pesquisa completa no site da IBM.
De acordo com o estudo, o aumento da complexidade será fruto da combinação de quatro grandes mudanças em curso nos dias de hoje: Continuar lendo
Mídias sociais devem registrar faturamento de US$ 10,3 bi em 2011
Publicidade responde por US$ 5,5 bilhões do montante, segundo estudo da Gartner
As mídias socias faturarão US$ 10,3 bilhões em 2011 de acordo com um estudo da consultoria Gartner divulgado nesta quinta-feira (27). Deste montante, mais de 50% serão provenientes da propaganda, que responderá por US$ 5,5 bilhões da receita total anual. A previsão do estudo é que, em 2012, o valor total de faturamento das mídias sociais chegue a US$ 14,9 bilhões, sendo que US$ 8,2 bilhões virão da propaganda.
Para realizar a pesquisa, a Gartner classificou mídia social os sites com conteúdo “criado, consumido, promovido, distribuído, descoberto ou compartilhado com objetivo de estar relacionado com comunidades e atividades sociais”.
Com informações do G1
Fonte: Propmark

Há 12 anos, a Edelman, agência global de relações públicas, mede a confiança do 