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Sudeste é o maior comprador de orgânicos do Brasil

Pesquisa da Associação Brasileira de Supermercados aponta São Paulo como principal mercado consumidor no país. Faturamento do setor alcançou mais de R$ 1 bilhão em 2011

A região sudeste representa o principal mercado  consumidor de alimentos orgânicos no Brasil, com quase 70% do faturamento nacional. A conclusão é de um levantamento feito pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras).

Segundo a pesquisa, em 2011 a comercialização desta categoria de alimentos nos supermercados alcançou R$ 1,12 bilhão, 8% a mais que no ano anterior. O estado de São Paulo foi responsável por 56,3% do faturamento total, seguido por Pará (11,7%), Minas Gerais (7,94%) e Rio de Janeiro (5,71%). O estudo mostra ainda que os principais compradores são mulheres na faixa dos 30 anos de idade e com alta escolaridade.


Grupo de Mídia faz análise sobre o Rio

Previsão é a de que o estado receba investimentos de R$181 bilhões entre 2011 e 2013, o que significa o maior índice do mundo por metro quadrado

Qual o perfil do Rio de Janeiro? Como ele é visto por anunciantes e veículos? O que esperar para os próximos anos? Estes e outros temas foram debatidos no Mix de Mídia, evento promovido pelo Grupo de Mídia do Rio de Janeiro no início desta semana.

A jornalista e colunista do jornal O Globo e comentarista da GloboNews Flavia Oliveira, abriu a programação com uma exposição sobre o atual momento do Rio de Janeiro. Ela lembrou que o estado tem a segunda economia do Brasil, representando 10,9% do total nacional. Flavia citou dados relevantes da Firjan (Federação de Indústrias do Rio de Janeiro): a previsão de investimentos entre 2011 e 2013 para o estado é de R$181 bilhões, o que representa R$ 4 milhões por metro quadrado. “Com isto, é a área do planeta com o maior volume de investimentos neste período”, frisou. “É a oportunidade de testemunhar transformações intensas”, comentou. Flavia se referiu às várias obras que estão sendo tocadas no estado, como a construção do arco rodoviário metropolitano e a reforma do Maracanã.

Antônio Jorge, presidente do Grupo de Mídia do Rio, comandou um debate com a participação de Mario Rigon (Infoglobo), Gustavo Leme (Fox Channels), Renato Aníbal (Coca-Cola), Flavio Medeiros (Heads) e o estilista Carlos Tufvesson. Medeiros lembrou a importância da entrada no mercado carioca para a Heads, agência criada no Continuar lendo


Os anúncios de revista mais eficientes de 2011

O ranking, elaborado pela GfK MRI´s Starch Advertising Research, analisou mais de 80 mil anúncios entre janeiro e dezembro do ano passado

O Advertising Age divulgou um ranking criado pela GfK MRI´s Starch Advertising Research dos anúncios de revistas mais eficientes do ano passado. Segundo a publicação, as peças impressas que obtiveram melhores resultados não foram necessariamente as que investiram grandes quantias em criação e mídia, mas as que conseguiram criar maior conexão entre a mensagem e o público.

Para que isso pudesse acontecer, a maioria das agências preferiu veicular seus anúncios em revistas segmentadas. Se circulassem em outras publicações, com temas mais gerais, talvez as mesmas campanhas não garantissem o mesmo apelo junto ao público, segundo a pesquisa.

Até chegar ao resultado final, o instituto considerou mais de 87 mil anúncios de revistas publicados entre janeiro e dezembro de 2011 nos Estados Unidos. Para cada um, foi dada uma nota que levava em conta a combinação entre a porcentagem de pessoas que leu ou notou o anúncio e a porcentagem de leitores que realizou alguma ação que gerou resultados à marca anunciada, como visitas ao site, recorte e uso de cupons promocionais, recomendações positivas do produto ou serviço e a compra ou contratação do mesmo.

Fonte: M&M


Consumo das famílias no Brasil supera crescimento do PIB em 2011

Esta é a oitava alta consecutiva, segundo informações do IBGE. Redução do IPI na linha branca e queda do preço dos produtos no varejo colaboraram para o resultado

O consumo das famílias brasileiras superou pelo oitavo ano consecutivo o crescimento do Produto  Interno Bruto (PIB) nacional. De acordo com dados do IBGE, os gastos dos grupos familiares chegaram R$ 2.499,5 bilhões em 2011, enquanto o volume do PIB foi de R$ 856,6 bilhões no período. Entre os fatores que colaboraram para o aumento estão a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para eletrodomésticos da linha branca e a queda dos preços de itens nas redes de varejo, aliados a geração de 460 mil postos de trabalho.


Circulação de semanais cai 1,5% em 2011

Revistas semanais enfrentam queda de circulação em assinaturas e em vendas avulsas, informa IVC

 A circulação média das revistas semanais caiu 1,5% entre os anos de 2010 e 2011. Números do Instituto Verificador de Circulação (IVC) apontam que a queda ocorreu em todos os setores e perfis editoriais, com apenas algumas exceções. O número é diferente do setor entre os anos de 2009 e 2010, quando a circulação das semanais cresceu 3,83%.

As baixas na circulação atingiram tanto as assinaturas, que caíram 0,4%, quanto a venda avulsa, com queda de 2,66%. A retração também não diferenciou revistas de até R$ 5 (que caíram 1,28%) e com preço de capa maior que R$ 5 (queda de 1,55%).
As maiores altas de circulação foram da revista Super Novelas (9,3%), Contigo (7,8%) e Caras (3,0%). As maiores quedas foram da Conta Mais (-37,8%), Super TV (-29,3%) e Recreio (-24,5%).

De acordo com Pedro Martins Silva, presidente executivo do IVC, “não há um padrão ou apenas um setor que tenha subido ou caído” e o comportamento das semanais em 2011 deve ser avaliado de forma particular, já que alguns títulos foram mais bem sucedidos que outros.

Semanais de informação

As quatro revistas semanais de informação – Veja, Época, IstoÉ e Carta Capital – também enfrentaram menos circulação paga em 2011. Carta Capital sofreu queda de 9,4% na circulação, IstoÉ caiu 2,6%; a Época, 2,3% e a Veja, 1,1%. Silva ressalta que, neste caso, o mercado absorveu a presença dos tablets de forma inicial e ainda não capitalizou plenamente o acesso dos usuários, já que 2011 foi um ano de experimentação, tanto pelos editores quando pelos leitores. Para Silva, em 2011 Continuar lendo


Agências e anunciantes líderes na mídia digital

Giovanni+DraftFCB e AlmapBBDO foram as que mais cresceram no ranking 2011 de compra de mídia

Entre as 20 agências que mais compraram mídia na internet brasileira em 2011 a que mais cresceu neste quesito foi a Giovanni+DraftFCB: nada menos que 519,4% na comparação com o ano anterior, de acordo com dados do Ibope Monitor. O crescimento da agência deve-se sobretudo a maior presença online do seu cliente HP, que lidera entre os anunciantes.

A Giovanni+DraftFCB é a quinta deste ranking específico, liderado pela AgênciaClick. A segunda colocada é a AlmapBBDO, que avançou 412,1%. Na sequência aparecem WMcCann em terceiro e Lov, em quarto. Os dez anunciantes que mais compraram mídia na internet no ano passado foram HP, Net, Sky, Bradesco, Unilever, Fiat, Gol Linhas Aéreas, Volkswagen, Natura e Vivo.

O Ibope Monitor não leva em conta os descontos normalmente negociados entre as partes, computando os valores expressos nas tabelas dos veículos – o que causa uma grande distorção nos números Continuar lendo


IPO revela números do Facebook

Companhia faturou US$ 3,71 bi e publicidade foi responsável por 83% das receitas em 2011

*Cotton Delo – de Advertising Age

Ao anunciar seu IPO e entregar a documentação para a Securities and Exchange Commission nesta quarta-feira, dia 1º, o véu sobre as finanças do Facebook foi levantado, revelando lucros de US$ 1 bilhão em 2011, além de robusto crescimento das receitas, menos dependente da publicidade do que no ano anterior.

Na documentação, o Facebook informou que a receita de 2011 foi de US$ 3,71 bilhões, registrando um aumento de 88% do total de US$ 1,97 bilhões de 2010. A receita, no entanto, foi menor que a projetada pela eMarketer, que era de US$ 4,27 bilhões. O desempenho foi atribuído, principalmente, ao crescimento de 69% das receitas publicitárias, impulsionada por um crescimento de 42% no número de anúncios e de 18% do seu preço médio de veiculação.

Ainda que US$ 3,15 bilhões das receitas da companhia no ano passado esteja vinculada à publididade, a empresa registrou US$ 557 mil em “Facebook Payments” – a moeda virtual que começou a ser exigida dos desenvolvedores de jogos na plataforma a partir do dia 1º de julho – além de outras taxas. Esses pagamentos vêm se tornando uma fatia cada vez mais robusta da receita do Facebook: no quarto trimestre de 2011, a publicidade constituiu 83% das receitas, ante Continuar lendo


Supermercados têm alta de 3,71% em 2011

Índice de vendas ficou um pouco abaixo do esperado, segundo a Abras

 O volume de vendas em supermercados cresceu 3,71% em 2011, ficando um pouco abaixo do esperado pela Abras (Associação Brasileira de Supermercados), que aguardava evolução entre 4% e 4,5%. Segundo o presidente da entidade, Sussumu Honda, o resultado variou dentro da margem e foi considerado bom para o ano. Em 2012, a expectativa da associação é de uma evolução de 2% a 3% em volume e de 3,5% a 4% em faturamento.

“Está havendo uma recomposição com o aumento do salário mínimo, que dá uma injeção de ânimo no consumidor, e a diminuição da taxa de juros. Isso afeta o mercado”, diz Honda, que também crê que este ano seja mantido o crescimento estável de demanda e de preços, principalmente com a aposta do governo no mercado interno – uma vez que o mercado internacional ainda sofre com a crise financeira.

O fortalecimento no mercado brasileiro se deu principalmente nas pequenas lojas. Os estabelecimentos com até quatro “checkouts” (caixas) mostraram expansão de 2,5% em relação a 2010. Segundo Honda, a urbanização e o aumento do trânsito e de pessoas faz com que os “mercados de bairro” sejam mais populares. “Está havendo um hiper Continuar lendo


9 marcas mais amadas do que a Apple nos Estados Unidos

Ranking feito pela YouGov traz Subway em primeiro e segue com Amazon, History Channel e Google. Apple fica apenas em 10º em 2011

Um ranking divulgado pela empresa de pesquisa de mercado YouGov mostrou que a Apple ficou longe de ser a marca mais prestigiada pelos americanos em 2011. A empresa criada por Steve Jobs, morto no ano passado, ficou em 10º lugar, atrás de empresas como Amazon, Discovery Channel eFord.

Na primeira posição, pelo segundo ano consecutivo, aparece a rede de fast food Subway, seguida por Amazon, History Channel e Google. Também integram o ranking Cheerios, Lowe’s e Target.

A pesquisa é baseada em uma amostra online de 2,5 milhões de pessoas pertencentes ao cadastro da YouGov e que representam a população adulta dos Estados Unidos.

Para o ranking, é produzido um score para cada marca com base no buzz positivo ou negativo gerado por ela na internet durante o ano.

Fonte: Exame Marketing


Os 10 fatos do ano no mercado de mídia

Da disputa pelos direitos do brasileirão à aprovação da lei que abre caminho para as teles na TV por assinatura, relembre os grandes acontecimento de 2011

O ano de 2011 ficará marcado por vários fatos como, por exemplo, a morte do gênio da Apple Steve Jobs, a onda de mobilizações populares que varreu a África e o Oriente Médio derrubando ditadores e o casamento real na Inglaterra. Para o mercado de mídia brasileiro o ano também foi marcante por uma série de eventos, como a acirrada disputa pelos direitos de transmissão do brasileirão e a aprovação da Lei 12.845 que abre a TV paga para as teles e da lei que permite a volta do mobiliário urbano na cidade de São Paulo. Confira a seguir a lista dos 10 fatos destacados por Meio & Mensagem na área de mídia neste ano.

1 Reestruturação no dial
Para competir com as grandes rádios de notícias em iguais condições, em 2011 o Grupo Estado investiu em algumas mudanças no dial brasileiro: aproveitando a parceria que tinha com a ESPN desde 2002, lançou no começo do ano a Rádio Estadão ESPN. Com a proposta de realizar uma cobertura jornalística e esportiva 24 horas por dia, a emissora apareceu com alguns diferenciais, como dar espaço para esportes além do futebol ­— tendo transmitido eventos como as partidas finais da Continuar lendo


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