As formas mais inovadoras da arte (e da ciência) de acompanhar o que se diz sobre a TV
Por Simon Dumenco, do Advertising Age
1. A TV domina o social
Há mais de dois anos, a AdAge.com mantém uma parceria editorial com a Trendrr, uma empresa especializada em acompanhamento de mídias sociais, com o objetivo de desenvolver gráficos semanais da variação do número de tweets a respeito de memes de internet predominantes na troca de mensagens no Twitter. À medida que o mercado da TV social se expande, a Ad Age também fez mais parcerias editoriais com novos players que ganham destaque, entre os quais a Bluefin Labs, além do serviço GetGlue.
2. A TV social é, no fundo, muito antiquada
A TV social significa assistir à televisão em grupo, como nos anos 50, com a família e os amigos reunidos para ver I Love Lucy. Só que agora a sala de Continuar lendo
Ao iniciarmos nossas atividades, muitas vezes somos perguntados: “O que é Design Estratégico?”
A !SSOaí entende que o Design Estratégico é um processo de re-design do próprio Design, ou seja, é a aplicação de princípios de design orientado para aumentar as qualidades inovadoras e competitivas de uma organização.
As principais características do Design Estratégico são as análises de tendências interna e externas da empresa, que permitem que sejam encontrados fatos que auxiliem na criação de soluções. Isso permite que seja feita uma conexão entre inovação, investigação, gestão e design.
Anteriormente o design era visto apenas como uma ferramenta para agregar valor a Continuar lendo
Pesquisa Kids Experts – edição 2011 – comprova que crianças e jovens transpõem ao computador os mesmos comportamentos e anseios do mundo real
As crianças gostam de brincar e de se divertir. Os adolescentes gostam de formar seu grupinho de músicos, trocar ideias e serem notados. Esses padrões de comportamento não são novidade para ninguém. Mas, será que esse jeito de de comportar é adotado no ambiente online ou no mundo “real”? Segundo a edição 2011 da pesquisa Kids Experts, realizada pela Turner e pelo canal Cartoon Network, crianças e adolescentes comportam-se da mesma maneira – seja no convívio social ou diante da tela do computador.
Com uma base mais ampla do que nas edições anteriores – dessa vez, a pesquisa também contabilizou as opiniões de adultos entre 18 e 49 anos e somou os dados coletados em outros países da América Latina, como Argentina, Colômbia, México e Venezuela – a E-Life Kids Experience procurou mapear o comportamento de crianças e adolescentes nas redes sociais e mapear a importância que a internet possui em suas atividades diárias.
Logo de início, é fácil identificar uma crescente “maturidade digital” nas novas gerações, que já nasceram conectadas e não enxergam uma barreira de separação entre a vida on e offline. De acordo com os dados, 88% das crianças entre 6 e 11 anos participam de alguma rede social. Para os adolescentes e adultos até 34 anos, esse índice sobe para Continuar lendo
Segundo o estudo da Tetra Pack, 78% dos entrevistados esperam qualidade e preço acessível dos produtos verdes
A sustentabilidade faz parte da decisão de compra de 77% dos consumidores, que já escolheram pelo menos um produto considerando o impacto que a embalagem causaria no meio ambiente. A informação é de uma pesquisa feita pela Tetra Pak, com 6.600 entrevistados e 200 formadores de opinião, na China, Brasil, França, Alemanha e Estados Unidos. Ainda segundo o estudo, o número de pessoas que realizam a coleta seletiva cresceu de 70%, em 2007, para 90%, em 2011. Cerca de 70% dos participantes também afirmaram terem realizado buscas naweb relacionadas a questões verdes.
Outro ponto indicado pelo levantamento é a preocupação dos consumidores com o preço e a qualidade dos produtos verdes. Um total de 78% estaria disposto a adquirir estes alimentos e bebidas, se os valores fossem os mesmos praticados pela concorrência. Já 74% dos entrevistados comprariam produtos com apelo sustentável, caso a qualidade fosse igual ou superior aos dos tradicionais, enquanto 28% dos participantes dizem que comprariam alimentos em embalagens verdes, mesmo custando mais caro.
A pesquisa também verificou o comportamento dos fabricantes e varejistas em relação ao tema. A preocupação com o impacto ambiental na escolha de soluções de embalagens faz parte da agenda de 83% dos entrevistados deste segmento, e cerca de 60% afirmam compreender termos ambientais, como compensação de carbono.
Está circulando freneticamente na internet um infográfico a respeito de retorno sobre investimento nas redes sociais. Mas ali não se propõe uma metodologia ou algo assim –apenas comenta-se o que os executivos de marketing (CMOs) têm feito e dito – nos Estados Unidos, pelo que depreendi. Por essa razão, achei conveniente trazer para cá highlights do artigo da MIT Sloan Management Review que publicamos na HSM Management nº 85, que sugere, com base em estudos, uma metodologia de medição consistente. Os autores são Donna L. Hoffman, professora de marketing da University of California em Riverside, e Marek Fodor, cofundador da Atrapalo, agência de viagens líder de mercado na Espanha e que tem mandado muito bem em mídias sociais. Eles estudaram casos reais de empresas como Kellogg’s, Starbucks, Target etc. O que eles dizem basicamente é o seguinte: Continuar lendo
Toda agência tem o discurso de criação integrada na ponta da língua, mas a prática é bem diferente
Uma das maravilhas (e pesadelos) de trabalhar diariamente com gente do off, do digital, do design e das redes sociais é ver o quanto eles são diferentes entre si. Apesar de serem todos criativos, acredite, há diferenças enormes entre cada especialidade. Desde o timing, o processo de trabalho, o background, o vocabulário e assim por diante.
O off produz em massa. É comum eles fazerem rapidamente dezenas e até centenas de opções para cada peça, filme, anúncio. O lema aqui é “a qualidade vem da quantidade.”
O digital é bem mais complexo. Para criar, leva-se em conta uma infinidade de fatores, como peso da peça, local onde ficará hospedada, ambientes receptivos, arquitetura de informação, desenvolvimento de conteúdo, tecnologia etc. Para complicar, muitas vezes quem cria também é quem produz.
O designer poderia trabalhar em delegacia de tão investigador que é. Antes de criar qualquer coisa, faz uma profunda Continuar lendo
Na busca pelo relacionamento na internet, as empresas têm apostado nas fan pages do Facebook para criar um diálogo com os consumidores. Mas como saber a melhor maneira de lançar uma página atrativa e que valha o investimento? E, mais ainda, como verificar se a plataforma realmente trará retorno para a sua marca?
O Brasil tem mais de 500 páginas de marcas na rede social, segundo um levantamento realizado pela F.biz em junho. Parte deste “boom” explica-se pela percepção da quantidade de potenciais consumidores conectados, possíveis clientes que não estariam acessíveis à marca em outros meios, como TV ou anúncio em revistas.
“De 2010 para 2011, o número total de fan pages de empresas no Facebook triplicou”, diz Duncan Southgate (foto), Diretor Global de Digital da Millward Brown, em palestra no I Fórum Internacional ABA Rio de Pesquisa e Inteligência Competitiva, realizado no Continuar lendo
Você certamente já leu sobre as novidades do Facebook em algum lugar do mundo, apresentadas hoje na conferência F8 em San Francisco, principalmente sobre a Timeline– um novo formato de perfil para dar as suas publicações um sentido não tão fugaz.
Muita reclamação, alguns elogios, e uma exagerada reação contra mudanças foi o que eu vi no Twitter – sim, as pessoas falaram sobre o “novo” Facebook primeiro no Twitter.
Mas o que me chamou atenção mesmo foi que, nesse dramático vídeo de apresentação da Linha do Tempo, o Facebook tem um Q da atual campanha do Google Chrome. Compare por exemplo com os comerciais “Dear Sofia” e “Cadê meu dono?”
De qualquer maneira, não é a primeira vez que a rede social do Markão apela para um tom emocional na hora de apresentar novos produtos. Também aconteceu com o nada-saudoso Facebook Places.
Uma grande parte dos internautas já fez alguma compra em lojas de comércio eletrônico. São diversos fatores que levam as pessoas a procurarem as lojas online para fazerem compras, em geral a maioria diz que a facilidade de comparar preços e a economia de tempo são o que mais os levam a usar o comércio eletrônico.
No Brasil temos grandes empresas atuando neste mercado e todos os dias surgem empresas que querem começar a vender pela internet também. Neste infográfico você vai visualizar alguns dados que nos mostram o tamanho real deste comércio.
Vendas somaram 3,7 milhões de novas linhas, alta de 1,67% em relação ao mês de julho
O último mês de agosto registrou a melhor performance de vendas de aparelhos celulares desde que a telefonia móvel foi implementada no Brasil. O Dias dos Pais e a vitalidade econômica do País ajudam a explicar as vendas de 3,7 milhões de novas linhas, alta de 1,67% em relação ao mês de julho.
De acordo com dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o Brasil fechou o mês com 224 milhões de celulares habilitados. Os aparelhos com acesso à banda larga móvel foram os mais procurados, totalizando cerca de 31,7 milhões de terminais no fim de agosto, uma expansão de 53,56% acumulada durante o ano.
Ola!
Meu nome é Rafael Siqueira Arinelli, tenho 26 Anos e atuo na área de comunicação há 8 anos. Tenho uma empresa de consultoria em design Estratégico chamada !SSOaí. Neste wordpress você encontrará notícias sobre o mercado, artigos de especialistas, projetos que desenvolvi e curiosidades. Seja Bem-Vindo!