Arquivo do mês: junho 2010

Anvisa exige alertas na publicidade de alimentos

Medida da agência obriga a inserção de mensagens nos anúncios de produtos com alto teor de açúcar, gordura e sódio

A publicidade de qualquer tipo de alimento que contenha componentes considerados poucos saudáveis pelos padrões mundiais de saúde deverá conter mensagens de alerta. A determinação foi tomada em reunião da Anvisa no dia 15 de junho e publicada nesta terça-feira, 29, no Diário Oficial da União.

Pelo texto, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária determina a inclusão de textos ou mensagens que esclareçam que tais alimentos podem ser prejudiciais à saúde se consumidos em excesso. De acordo com o texto da agência, a regra vale para a divulgação e promoção comercial de alimentos considerados com quantidades elevadas de açúcar, de gordura saturada, de gordura trans, de sódio e para bebidas com baixo teor nutricional. Nesse grupo estão itens como biscoitos, chocolates, balas, refrigerantes, salgadinhos e outras guloseimas do tipo.

De acordo com a Anvisa a resolução tem o objetivo de coibir – ou pelo menos alertar – o público a respeito dos riscos da ingestão de alimentos pouco saudáveis. O texto deixa claro que a medida tem como meta principal proteger as crianças de uma ingestão alimentar incorreta incentivada pela publicidade desses tipos de alimentos. Na determinação a Anvisa relata que a regra tem a missão de “coibir práticas excessivas que levem o público, em especial o público infantil, a padrões de consumo incompatíveis com a saúde e que violem seu direito a alimentação adequada.”

A Anvisa esclarece que a inserção de mensagens de alerta deverá ser aplicada à oferta, propaganda, publicidade, informação e outras práticas correlatas cujo objetivo seja a divulgação e a promoção comercial dessa categoria de alimentos. A regra, entretanto, não vale para os rótulos e embalagens desses produtos.

Como em grande parte de suas determinações, a Anvisa concede um prazo de 180 dias para que os fabricantes e anunciantes se adaptem as suas determinações. No mesmo texto, porém, não há padrões e regras para o estilo das mensagens de alerta.

A determinação já está publicada no site oficial da Anvisa. No texto, a gerente de monitoramento e fiscalização de propaganda da Agência declara que “O consumidor é livre para decidir o que comer. No entanto, a verdadeira liberdade de escolha só acontece quando ele tem acesso ás informações daquele alimento, conhece os riscos para sua saúde e não é induzido por meio de práticas abusivas.

Regras

O texto publicado no site esclarece quais os padrões os anunciantes e agências devem seguir para se enquadrar nas novas regras da Anvisa. A partir de agora fica proibido o uso de símbolos, figuras ou desenhos que podem gerar uma interpretação falsa ou sugerir que o alimento contribui para a saúde quando isto não for verdadeiro.

No caso de alimentos com alto teor de açúcar – como chocolates, biscoitos doces e outros – será necessária a inserção de frases como “O (marca do produto) contém muito açúcar e, se consumido em grande quantidade, aumenta o risco de obesidade e cárie dentária”. Para os alimentos sólidos, a inclusão desse alerta vale para quando houver mais de 15g de açúcar por cada 100g do produto.

Já para os refrigerantes, refrescos e chás prontos, o alerta será obrigatório quando a bebida tiver mais do que 7,5g de açúcar por cada 100 ml de líquido.

Os comerciais televisivos desses produtos também devem seguir a regra. No caso de filmes na TV, o personagem principal da campanha será o responsável por dar o alerta. Em caso de spots de rádio, a função caberá ao locutor. Para os anúncios de mídia impressa, a Anvisa determinas que as mensagens tenham um bom destaque e que chamem a atenção. Na internet, o alerta deverá ser exibido continuamente, junto com a mensagem do produto.

Para os fabricantes, anunciantes e agências de publicidade que descumprirem as regras, a Anvisa prevê uma multa variável entre R$ 2 mil e R$ 1,5 milhão.

Mudança de postura

Apesar de ter adotado a determinação a partir de agora, a Anvisa avia demonstrado a intenção de se retirar da questão da publicidade infantil em março deste ano, quando declarou que os próprios anunciantes já haviam demonstrado uma preocupação considerável e suficiente no intuito de fazer uma comunicação que não incentivasse o consumo de alimentos não-saudáveis.

Desde o ano de 2009, porém, a Unidade de Monitoramento e Fiscalização de Propaganda e Publicidade do órgão planejava audiências públicas para discutir novas diretrizes sobre a publicidade destinada às crianças.

Quando a Anvisa começou a levantar o assunto diversos fabricantes de alimentos – como a Nestlé, por exemplo – começaram a manifestar, publicamente, uma nova postura acerca da publicidade infantil. Algumas empresas assinaram acordos de não-veiculação de propaganda de alimentos que fosse direcionada diretamente às crianças e prometeram uma maior cautela na divulgação de itens do universo infantil.


Folder Divulgação – Tecnogate

A RyaBrasil desenvolveu um folder de divulgação para a empresa Tecnogate. Este trabalho foi fruto de um atendimento muito bem feito e da aproximação do cliente junto a empresa. Assim a agencia conseguiu captar de forma clara o objetivo da empresa de informática e a produção foi feita de forma muito competente.

Dados Técnicos:
- Folder de Divulgação
- Cliente: Tecnogate
- Tamanho: 11cm x 20cm
- Programas Utilizados: Photoshop & InDesign

Curiosidades:
A Tecnogate é uma empresa de Consultoria em Informática que está no mercado desde 2006. Desde então, o número de empresas que confiam sua área de TI a empresa só tem crescido. Isso porque a Tecnogate aposta na simplicidade, desburocratizando o atendimento e tornando as relações mais pessoais. A empresa procura sempre se adequar às necessidades de sua empresa e criar planos de atendimento personalizados, que caibam em seu orçamento. A Tecnogate esta estrategicamente localizados no centro de São Paulo para proporcionar um atendimento rápido.


Faturamento da mídia cresce 28% em abril

No acumulado dos primeiros quatro meses, crescimento chega a 26%, segundo o Projeto Inter-Meios

O faturamento dos veículos de comunicação brasileiros com venda de espaço publicitário cresceu 27,9% em abril de 2010, em comparação com o mesmo mês do ano passado, chegando a R$ 2,076 bilhões. No acumulado dos quatro primeiros meses do ano, o total atingiu R$ 7,524 bilhões, valor 25,9% superior ao primeiro quadrimestre de 2009. Os números são do Projeto Inter-Meios, iniciativa do Grupo M&M que mede os investimentos em mídia, a partir de informações fornecidas pelos próprios veículos e auditadas pela PricewaterhouseCoopers.

Mais uma vez a internet foi o meio que apresentou o maior índice de crescimento (33,5%), com um total de R$ 319 milhões faturados no quadrimestre. Entretanto a TV aberta, que já abocanha a maior fatia do bolo, teve desempenho equiparável ao da internet: as verbas aplicadas no meio cresceram 33%, o que em valores representa R$ 4,755 bilhões. Com isso, a fatia do meio no total do bolo publicitário cresce ainda mais, chegando a 63,2%.

A TV por assinatura também apresentou bom desempenho, crescendo 31% e chegando a R$ 248,5 milhões no quadrimestre. Rádio (com 20,5%) e mídia exterior (com 20,3%) ficaram no mesmo patamar, embora o primeiro tenha faturado R$ 327,2 milhões e a segunda, R$ 234,9 milhões. Abaixo da média do mercado ficaram revistas (18%) e jornais (6,4%), enquanto cinema manteve-se estável (0,2%). Só guias e listas tiveram desempenho negativo (-5,4%).

As tabelas com todos os dados podem ser encontradas no site do Projeto Inter-Meios (www.projetointermeios.com.br). O acesso é livre.


Cresce a venda de computadores no Brasil

Previsão é encerrar 2010 com 13,2 milhões de unidades vendidas, 20% acima do registrado em 2009

O estudo Brazil Quarterly PC Tracker,realizado pela consultoria especializada em tecnologia da informação e telecomunicações IDC mostra que no primeiro trimestre de 2010 foram vendidos 2,9 milhões de computadores no Brasil, aumento de quase 40% em relação ao mesmo período do ano passado.

A previsão é que até o final do ano, sejam vendidas 13,2 milhões de unidades, 20% acima do registrado em 2009. O segmento de usuários domésticos seguirá aquecido, porém o destaque deverá ser o segmento corporativo, que mostrou forte recuperação já no início do ano. Do total de computadores vendidos no primeiro trimestre, 61% foram desktops e 39%, notebooks.

O aumento nas vendas é justificado pelo momento econômico do país, segundo Luciano Crippa, analista de mercado do PCs da IDC. “Em 2009 as empresas investiram 21% a menos em computadores. Somente no primeiro trimestre deste ano, o segmento corporativo já vendeu 30% a mais quando comparado com o mesmo período do ano passado. Aliás, em 2010 esse setor já investiu mais do que em qualquer trimestre de 2009″, completa.

Ainda segundo ele, os computadores conhecidos como “tudo em um” melhoraram as expectativas de vendas do mercado de desktops. Mas o estudo mostrou que houve uma expressiva venda de notebooks para o mercado de usuários domésticos. “Embora o número total de venda de desktops ainda seja maior, pela primeira vez na história o segmento de usuário doméstico de notebooks foi maior, registrando pouco mais de 50% das vendas de equipamentos para o segmento”.

Ainda de acordo com o analista da IDC, grande parte dos fabricantes de computadores espera a entrada do segmento de tablets no país., o que deverá aquecer ainda mais as vendas no segundo semestre desse anos. Para Crippa, até 2014, o mercado de PCs deverá crescer pelo menos dois dígitos no comparativo ano a ano.


Xixi no Banho faz história e está no shortlist de Titanium


Campanha da F/Nazca para SOS Mata Atlântica é a primeiro case brasileiro a figurar entre as finalistas da categoria

O projeto ”Xixi no Banho“, criado pela F/Nazca para a ONG SOS Matâ Atlântica, fez história e é a primeira campanha brasileira a integrar a lista de finalistas de Titanium e Integrated. A lista tem 26 peças, com predominância total dos Estados Unidos, que encaixou 16 cases na disputa. A categoria, este ano, teve 396 inscritos de 47 países.

Ao contrário do ano passado, quando a campanha presidencial de Barack Obama salta à vista de todos, este ano não há um grande favorito que centraliza a discussão no Palais. Os três cases mais comentados entre os delegados e indicados por Bob Greenberg, chairman da R/GA e presidente do júri, são “Replay”, da TBWA\Chiat\Day Los Angeles, ganhador do Grand Prix de Promo&Activation e PR, “Livestrong” da Wieden+Kennedy, de Portland, para a Nike Livestrong Foundation e que levou o GP de Cyber e “We choose the moon”, da The Martin Agency para o site da JFK Presidential Library.


Nike rouba o show mesmo sem patrocinar a Copa

Marca se beneficia mais com o evento do que qualquer outro parceiro oficial da Fifa, aponta pesquisa

Aqui vai mais um sinal de que a épica campanha da Nike “Write the Future” está se tornando um dos mais bem-sucedidos esforços de marketing de guerrilha em todos os tempos. De acordo com uma pesquisa da YouGov BrandIndex sobre a percepção do consumidor, realizada nos Estados Unidos, Reino Unido e Alemanha, a Nike está se beneficiando mais com a Copa do Mundo do que qualquer outra marca – apesar de não ser uma das patrocinadoras oficiais do evento.

A empresa de calçados e acessórios deu o maior salto na percepção positiva dos consumidores entre as marcas pesquisadas nos Estados Unidos e no Reino Unido; na Alemanha, foi a quarta marca com maior ascensão. A Nike é patrocinadora de muitos atletas em ação na atual Copa do Mundo e está usando a imagem deles em suas campanhas na Tv e Internet – o vídeo online foi ao ar três semanas antes do início da competição na África do Sul. A pesquisa abordou 5 mil pessoas, em cada país, com a seguinte pergunta: “Se você ouviu algo sobre a marca nas últimas duas semanas, foi positivo ou negativo?”.

Nos Estados Unidos, as marcas que mais cresceram em repercussão positiva foram a Nike, que não é patrocinadora oficial da Copa do Mundo, a ESPN e ABC, que transmitem os jogos da Copa, e a Sony e a Adidas, que são patrocinadores oficiais do evento da Fifa. No Reino Unido, a Nike mais uma vez ocupou a liderança, seguida de quatro patrocinadores da Copa do Mundo: Visa, Sony, Hyundai e Budweiser.

Já na Alemanha, a Coca-Cola registrou o mais crescimento, resultado de uma campanha global altamente integrada e construída em cima da celebração em torno do futebol. Logo atrás, aparecem a Emirates, a Adidas, a Nike e a Continental.

Do AdAge


Nos EUA, anunciantes retomam o interesse pela TV

Segundo a Kantar Media, investimentos publicitários no meio aumentaram 10,5% no primeiro trimestre de 2010

Depois de anos reclamando da TV, os anunciantes parecem ter embarcado em um novo caso de amor com a mídia. Após expressarem suas frustrações com os preços, a efetividade e praticamente tudo o que envolve o universo da publicidade na telinha, as empresas estão correndo de volta para os braços abertos da TV.

Dois novos estudos divulgados recentemente mostraram um potencial crescimento da TV após sofrer com períodos de sobressaltos. A PricewaterhouseCoopers projeta que os investimentos publicitários em TV crescerão de US$ 62,1 bilhões, em 2009, para US$ 80,3 bilhões, em 2014, superando a marca histórica de aproximadamente US$ 70 bilhoes, cravada em 2006.

Paralelamente, pesquisa da unidade de mídia do Grupo Interpublic, indicou que o share total de investimentos em TV aumentará de 35,5%, em 2009, para 36,8%, em 2015.

No ano passado, anunciantes dispararam contra as redes de TV, exigindo um retrocesso nos preços. Investimentos em TV caíram 9,5% em 2009, de acordo com a Kantar Media, e cresceram apenas 0,1% em 2008. Nas últimas semanas, as empresas têm buscado o meio com entusiasmo. Os investimentos em TV como um todo tiveram um incremento de 10,5% no primeiro trimestre deste ano, segundo a Kantar.

De acordo com fontes próximas às negociações, grande parte do inventário da Fox para o Super Bowl do ano que vem já está comprometida, assim como uma porção significativa do programa esportivo dominical da NBC.

Os anunciantes também concordaram com preços acima do normal para aparecerem no novo talk show da TBS, comandado por Conan O’Brien. E recentemente eles pagaram preços chocantes por espaços comerciais nos episódios finais das séries 24 Horas e Lost – mesmo que esses programas tenham perdido espectadores ao longo dos tempos.

Segundo a Kantar Media, investimentos publicitários no meio aumentaram 10,5% no primeiro trimestre de 2010


Definidas as agências finalistas da marca Rio 2016

Comitê Organizador divulga a lista das oito agências que participarão da última fase da seletiva

Já foram definidas as oito agências finalistas para a criação do logo dos Jogos Olímpicos de 2016. São elas: Brainbox Design (PR), Dupla Design (RJ), Future Brand (SP), Gad Design (SP), Magenta Design (RJ), Soter Design (RJ), Studio Lúmen (PR) e Vinte Zero Um (RJ).

Na última sexta-feira, 23, o Comitê Organizador dos Jogos Rio 2016 já tinha informado que oito agências tinham se classificado para a etapa final da seletiva, que escolherá a empresa que terá a missão de desenvolver a marca oficial das Olimpíadas.

Nesta quarta-feira 23, o Comitê irá realizar um briefing oficial técnico para as agências finalistas, que terão até o dia 5 de agosto para apresentar a sua proposta final.


Ajude a divulgar a Inclusão Digital! Vamos doar R$ 20.000,00 a uma ONG!

Liberdade é navegar de graça.

Responsabilidade é contribuir com a inclusão digital.

Na LinkBR, você faz os dois e não põe a mão no bolso.

A LinkBR está lançando a campanha “Pare de Pagar Provedor” para clientes Speedy do estado de São Paulo. Funciona assim: você entra em www.paredepagarprovedor.com.br, faz o cadastro e já começa a utilizar o acesso que traz todos os benefícios que outros provedores pagos oferecem. Com uma diferença: quem usa este serviço colabora para a doação de R$ 20.000,00 oferecidos pela LinkBR e a agência RyaBrasil* para uma ONG a ser sorteada.

Com esta iniciativa, todo mundo ganha. Você economiza ao acessar a internet e contribui para que muitas outras pessoas tenham acesso gratuito à informação. Participe!

*ao atingir 200 mil usuários.


Metrô e trens exibirão conteúdo da Rede Globo

Emissora amplia parceria com a empresa Bus Media e investe para levar sua programação para canais móveis

Com a pretensão de levar o seu conteúdo para o maior leque de mídias diferentes, a Rede Globo fechou mais uma parceria com a Bus Midia – empresa que mantém os monitores de TV em meios de transporte da cidade de São Paulo – para levar o conteúdo de sua programação também para os trens e plataformas de estações de metrô.

Atualmente, os monitores já transmitem trechos de programas adaptados da TV Globo em ônibus de diversas linhas da frota paulistana. Com o novo acordo, a Bus Mídia, por meio de suas outras operações – como a TV Trilho, instalada nos trens e os monitores das paltaformas de estações de metrô – também ganham o aval para exibir a programação da emissora.

De acordo com a própria rede Globo, não foi criada uma operação especial para a exibição de conteúdo em mídias out-of-home, mas sim, ampliada uma parceria que já existia com a Bus Mídia. A emissora também esclarece que apenas tem a função de licenciar e administrar a programação que é fornecida para a empresa de mídia e que a sua exibição e administração de conteúdo fica por conta da companhia adquirente dos direitos de transmissão.

A Globo também esclareceu que esse acordo não prevê, necessariamente, a veiculação de seu conteudo na TV Minuto, presente dentro dos vagões do metrô de São Paulo e que é administrada pelo Grupo Bandeirantes. O que o acordo prevê é que a Bus Mídia, agora, tem aval para utilizar os monitores presentes nas plataformas das estações de metrõ.

Além da capital paulista, a Globo também prevê distribuir seu conteúdo nos meios de transporte de outras praças afiliadas. De acordo com a emissora, a programação exibida nos monitores é composta por trechos adaptados e legendados de atrações da grade – como novelas, programas de entretenimento e informes jornalísticos. O tempo total de exibição de programação da Globo inédita por dia nessas mídias varia entre 40 e 45 minutos.

TV Minuto

Por conta de algumas notícias publicadas na imprensa nesta sexta-feira 18, que informavam que o contéudo da Globo seria exibido na TV Minuto, a própria companhia enviou um comunicado, afirmando que a informação nao procede e que ela é uma empresa associada ao Grupo Bandeirantes.


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